Estudantes da rede pública da Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal têm a oportunidade de conhecer diferentes países sem sair do Brasil. Por meio do projeto Passaporte para o Mundo, o Governo de Goiás promove visitas a embaixadas em Brasília, com atividades que aproximam os alunos de outras culturas e ampliam os conhecimentos adquiridos em sala de aula.
A iniciativa é desenvolvida pelo Gabinete de Assuntos Internacionais da Secretaria-Geral de Governo (SGG), em parceria com a Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal (SEDF). As embaixadas do México, Turquia, Itália e Japão já receberam grupos de estudantes e professores. A programação continua em outubro, com visita à embaixada do Panamá, prevista para o dia 21, e às representações diplomáticas da Sérvia e da Indonésia, em novembro.
Cada visita reúne cerca de 30 estudantes, do 9º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Durante os encontros, os alunos acompanham apresentações institucionais e atividades culturais, além de conhecer aspectos da história, geografia, economia, idiomas e costumes dos países visitados.
Para o chefe do Gabinete de Assuntos Internacionais, Giordano de Souza, o projeto contribui para aproximar as relações internacionais do cotidiano escolar. “O contato com as embaixadas permite conhecer outras culturas, fazer perguntas e compreender como os países se relacionam. É uma oportunidade de ampliar perspectivas e contribuir para uma formação baseada no diálogo e no respeito às diferenças”, afirma.
*Passaporte simbólico*
Como parte da experiência, cada estudante recebe um passaporte simbólico, carimbado pela embaixada visitada. O documento registra a participação nas atividades e serve como lembrança dos conhecimentos adquiridos durante os encontros.
O secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, Rafael Lustosa, destaca que a proximidade geográfica com Brasília facilita o acesso dos estudantes a experiências educacionais diferenciadas. “A proximidade com Brasília abre possibilidades de aprendizagem que queremos tornar acessíveis aos estudantes do Entorno. Eles podem conhecer de perto realidades de outros países e relacionar essas descobertas ao que aprendem na escola”, ressalta.
